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Fachadas Ativas - Deu tudo errado ou temos cases de sucesso?

  • há 21 horas
  • 1 min de leitura

Imagem - Acervo Pessoal


Nos últimos meses, tenho me dedicado a um projeto pessoal de pesquisa sobre Fachadas Ativas.


É um tema relevante e, ao mesmo tempo, desafiador.


Os dados recentes de mercado, com aumento de vacância em determinados recortes territoriais e tipologias, reacenderam o debate sobre a efetividade do instrumento.


Isso me levou a uma reflexão: estamos analisando o fenômeno com a maturidade e cautela de mercado que o tema exige?


De maneira direta:


Será que deu tudo errado ou temos cases de sucesso para analisar?


Temos uma série de lições aprendidas, o legado de aprendizagem é legítimo e deve sim ser incorporado aos novos projetos. Mas além de debater o instrumento, ou os fundamentos téoricos, decidi observar de maneira empírica o que está acontecendo nas ruas. 


Para conduzir essa análise com método, organizei uma curadoria com quatro categorias distintas:


Tipo 1 — Fachadas Isoladas - que não estão conectadas a um eixo consolidado de comércio e/ou de clientes. Geralmente Comércio de Destino tem melhor perfomance na localização;


Tipo 2 — Fachadas em Eixos Consolidados inseridas em um contexto com alto fluxo existente, essencial para o Comércio de Passagem;


Tipo 3 — Fachadas em Malls


Projetos com fruição publica ou mix de lojas estruturado, a permanência vira estratégia;


Tipo 4 — Fachadas Híbridas


Localizadas em prédios não residenciais ou de uso misto;


Essa estrutura permite compreender como escala, operação e posicionamento influenciam a relação entre edifício e rua.


Ao longo das próximas publicações, compartilharei os insights e aprendizados de cada tipologia.


Convido vocês a acompanhar essa reflexão e enriquecer o debate.

 
 
 

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©2025 por Carla Freitas

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